07
Jul
09

Todo o amor que houver nesta vida

CazuzaHoje, 19 anos sem Cazuza.
Meu grande ídolo. Embalou grandes momentos. Irreverente, Burguês, Maluco e genial como músico e cantor. Fazer o que se os gênios se perdem na própria genialidade? (vide Cazuza, MJ, Renato Russo, meus queridos).

Lembro que há 19 anos chorava pela morte da minha avó materna junto as minhas primas (fãs de Cazuza) e familiares e dias depois nos encontramos para chorar a morte de Cazuza. Depois destas pessoas queridas, muitas pessoas amadas já se foram.
Já perdi muitos amores da minha vida. Muitos momentos se passaram.
A todas elas e ao meu querido Cazuza desejo: todo o amor que houver nesta vida.
Fique na paz!
Cazuza sempre no meu coração e na minha lembrança

07
Jul
09

Que a música se perpetue

Depois de acompanhar o mega velório “show” em homenagem ao Michael Jackson não tem como deixar de se emocionar.
Michael fique na paz e luz no seu caminho.
A genialidade musical permanece, fica para sempre. As lembranças do Michael moleque que tinha medo de crescer também. Mas quem não errou?

“Prefiro ser visto como uma pessoa, e não como uma personalidade” MJ

Aos filhos de MJ: Não havia nada de estranho com seu pai, estranho era o mundo com o qual ele teve de lidar.
Esta é a maior explicação para esta loucura de vida.
Michael segue na paz, que seu sorriso e sua música sejam a sua alegria. Michael-Jackson-michael-jackson-41268_1024_768

26
Jun
09

MichaelJacksonMichael siga em paz

Morre o astro pop. Esta notícia estarreceu o mundo na noite de ontem e nos deixou chateados.
O rei pop que embalou a reuniões de amigos nos anos 80 e nossas danças diante do espelho se foi, mas o legado musical e de “star”, estes ficarão para sempre. E ao longo de minha vida posso dizer que as músicas de Michael me acompanharam em muitos momentos. Momentos memoráveis, de bastante alegria e contemplação.
Agora não adianta ficar relembrando todas as ações de Michael. Talvez nem ele tinha resposta sobre o pq de tanta transformação. Agora não é hora de julgar as suas atitudes ou suas inúmeras “loucuras”. Michael se perdeu na própria grandiosidade musical. E foi o maior prejudicado. E é isso. Morre o astro, permanece o mito. Permanece a arte. E que possamos lembrar de sua genialidade musical, da sua capacidade de mobilização e de seu talento. Esqueçamos as polêmicas.
Que ele encontre a paz que não teve ao longo de sua vida de fama.
Michael siga em paz.

25
Jun
09

Um brinde aos sem diplomas

Diploma
Semana passada, nós jornalistas diplomados de toda a nação fomos surpreendidos (surpreendidos?) pela decisão do STF. Por 8 votos a 1 os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiram na sessão do dia 17 que o diploma de jornalismo não é obrigatório para exercer a profissão.

Para o relator, danos a terceiros não são inerentes à profissão de jornalista e não poderiam ser evitados com um diploma. Mendes acrescentou que as notícias inverídicas são grave desvio da conduta e problemas éticos que não encontram solução na formação em curso superior do profissional. Mendes lembrou que o decreto-lei 972/69, que regulamenta a profissão, foi instituído no regime militar e tinha clara finalidade de afastar do jornalismo, intelectuais contrários ao regime.
Sobre a situação dos atuais cursos superiores, o relator afirmou que a não obrigatoriedade do diploma não significa automaticamente o fechamento dos cursos. Segundo Mendes, a formação em jornalismo é importante para o preparo técnico dos profissionais e deve continuar nos moldes de cursos como o de culinária, moda ou costura, nos quais o diploma não é requisito básico para o exercício da profissão.

Até certo ponto, os juízes têm razão, diploma não protege incompetência e nem consegue mascarar caráter na hora do exercício da profissão, mas um curso profissional, seja qual for a escolha, traz elementos de maturidade que vão além das habilidades com a escrita. É o que eu sempre digo a qualquer jovem de 17, 18 deslumbrado em conquistar o mundo. “Ao se deparar com uma faculdade, você conhecerá novas culturas, novas realidades e receberá muito mais do que o conceito do “banco escolar”, você aprende que pode conquistar mais, aprende a se experimentar. A tua cabeça e a forma de encarar a vida mudam, pois ganham novos elementos”.
Mas indo mais adiante do que qualquer defesa de uma pessoa que ralou para obter o tal “diploma”, assim como a maioria dos meus amigos de profissão que pensaram mudar o mundo a partir de um pedaço de papel, lembrei que a maioria das pessoas que ao longo da minha vida me ensinaram conceitos de ética, caráter e respeito humano, nunca cursaram uma faculdade e muito menos chegaram a concluir o ensino fundamental e médio. Esta base encontrei nos meus pais, dentro da minha casa e hoje, vejo latente em muitas pessoas as quais me relaciono e surpreendemente, são pessoas simples, de gestos e pensamentos simples, mas que carregam uma grande sabedoria e principalmente, denotam inteligência maior ao lidar com as coisas da vida. Prezados juízes, talvez os senhores tenham acertado, porque os mais sábios e inteligentes não necessitam do diploma para exercitar os conceitos de ética e senso de justiça. Chamo atenção para que não haja a banalização do diploma, porque se a moda pega, qualquer cidadão – de iletrado a analfabeto de caráter –poderá sentar-se à direita de vocês.
Então, “se o diploma for proteger a incompetência, é melhor que ele caia, para legitimar o talento”.

10
Mai
09

Saudade é o amor que fica!

3271207-2

Entre muitas mensagens que recebemos em nossa caixa de e-mail, há alguns meses tive a grata surpresa de receber uma mensagem que há tempos queria comentar aqui, mas sempre com a desculpa de achar um gancho, salvei nos meus arquivos pessoais e deixei de stand by.
Pois é, a hora chegou. Não posso dizer que foi a melhor hora, porque ela surgiu em meio a despedidas e da perda de uma criaturinha querida e amada da minha vida. Nesta semana perdi a minha amada Hannah, minha companheirinha de 13 anos. O texto reproduzo ao final, enquanto isso, me permito a um pouco de história.
A nossa vida é feita de um eterno vaivém de pessoas, de ensinamentos, de fatos importantes e para mim, especialmente, de criaturinhas que são dádivas criadas por Deus para dar alegria e amor, e foi assim com tantos animais de estimação que amei e amo ao longo de minha vida. E com a Hanninha não podia ser diferente. Ela deixou marcas. Marcas profundas de amor e de carinho por um olhar apaixonante (diga-se de passagem, gigante em alguns momentos) que pedia somente que eu a olhasse com os olhos d´alma e a amasse incondicionalmente.
Para quem não entende o amor e a predileção por animais, devem estar achando tudo isso uma bobagem sem fim, mas isso não me importa mais, de há muito tempo aprendi que na vida, muitas de nossas ações não são compreendidas mesmo.
Mas para quem durante mais de uma década amou e foi amada, sabe que a dor da perda é imensa. Fica um vazio. Tudo fica sem gosto, sem graça e sem cor.
Em nossa vida muitas pessoas passam por nós e deixam marcas. Algumas nós nem sabemos como é que chegam a nossas vidas e quando percebemos, o coração já está preenchido. E tem sido assim ao longo de minha vida. Muitos vieram, muitos passaram, muitas marcas foram deixadas.
Já disse muitos “adeus, até um dia”, “até breve”, “se cuida”, “volto já” e a ”gente se vê em breve”. Muitos eu tenho a certeza de que verei mesmo, que é um até logo mesmo não importa o tempo que passe; já outros não posso afirmar com certeza, mas acredito que um dia a gente se esbarra em algum lugar.
E por coincidência da vida, esta semana tive que me despedir por duas vezes. Um foi um até breve doído, com gosto amargo de saudade, pois tive a certeza de que a nossa luta foi em vão. Sofri e ainda sofro. Mas aqui fica registrado o quanto te amo e irei te amar. “Nani, minha Valeriano legítima. Você vai deixar saudade. Vou te levar para sempre em meu coração assim como o Bibi, Heitor, Ruth, Charlie, Ricky, Helena, Ligeirinho, Kissy, Natara, Tonico, e tantos lindos e lindas que por aqui passaram ”. Agora vou cuidar do seu bebê, o meu amadinho e nosso dengosíssimo Vitinho.
A segunda despedida tem um gosto diferente, ficou a tristeza de impotência por não poder fazer mais por esta pessoa, mas a vontade e a torcida ao dizer “Se cuida, vai dar tudo certo. Juízo”. Coisas de irmã mais velha. Não tem jeito… Se não der certo, ou melhor, se não correr do jeito esperado, lembra que aqui tem um colo e volte correndo! O amor é muito grande e surgiu destes esbarrões que a vida proporciona e por enquanto, não entendemos o porquê. E lá vai mais uma frase típica: “A gente se vê e use camisinha. Juízo e que Deus o ilumine!”.
E hoje, véspera do dia das mães deixo aqui registrado a saudade – saudade maior – pelo meu amor maior de toda esta vida e de outras. O amor da minha vida me deixou há anos.
Netinha te amo muito e para sempre, sempre. E se soubesse cantarolar, agora seria a hora de lembrar a música “Só você” de Vinicius Cantuária que ela dizia que era a minha cara: “Demorei muito pra te encontrar. Agora eu quero só você. Teu jeito todo especial de ser…”
Linda música, linda mãe, linda mulher e lindo espírito de luz que se colocou na minha vida. “Que seu caminho seja luz por onde passar. Que leve alegria e amor. Que leve consolo. Que leve você”. Amo!
Já que estou falando de saudade: Saudades da Vivox, Ju, Vó, Tios e Tias, Vera, Cris…amigos e de cada momento com todos. Tanta e tanta saudade que se fosse listar aqui precisaria de mil e uma páginas.

E segue a definição de Saudade:
Por Dr. Rogério Brandão
Médico oncologista clínico
RC Recife Boa Vista D4500
“Médico cancerologista, já calejado com longos 29 anos de atuação profissional, com toda vivência e experiência que o exercício da medicina nos traz, posso afirmar que cresci e me modifiquei com os dramas vivenciados pelos meus pacientes.
Dizem que a dor é quem ensina a gemer.
Não conhecemos nossa verdadeira dimensão, até que, pegos pela adversidade, descobrimos que somos capazes de ir muito mais além. Descobrimos uma força mágica que nos ergue, nos anima, e não raro, nos descobrimos confortando aqueles que vieram para nos confortar.
Um dia, um anjo passou por mim…
No início da minha vida profissional, senti-me atraído em tratar crianças, me entusiasmei com a oncologia infantil. Tinha, e tenho ainda hoje, um carinho muito grande por crianças. Elas nos enternecem e nos surpreendem como suas maneiras simples e diretas de ver o mundo, sem meias verdades.
Nós médicos somos treinados para nos sentirmos “deuses”. Só que não o somos! Não acho o sentimento de onipotência de todo ruim, se bem dosado. É este sentimento que nos impulsiona, que nos ajuda a vencer desafios, a se rebelar contra a morte e a tentar ir sempre mais além. Se mal dosado, porém, este sentimento será de arrogância e prepotência, o que não é bom. Quando perdemos um paciente, voltamos à planície, experimentamos o fracasso e os limites que a ciência nos impõe e entendemos que não somos deuses. Somos forçados a reconhecer nossos limites!
Recordo-me com emoção do Hospital do Câncer de Pernambuco, onde dei meus primeiros passos como profissional. Nesse hospital, comecei a freqüentar a enfermaria infantil, e a me apaixonar pela oncopediatria. Mas também comecei a vivenciar os dramas dos meus pacientes, particularmente os das crianças, que via como vítimas inocentes desta terrível doença que é o câncer.
Com o nascimento da minha primeira filha, comecei a me acovardar ao ver o sofrimento destas crianças. Até o dia em que um anjo passou por mim.
Meu anjo veio na forma de uma criança já com 11 anos, calejada porém por 2 longos anos de tratamentos os mais diversos, hospitais, exames, manipulações, injeções, e todos os desconfortos trazidos pelos programas de quimioterapias e radioterapia.
Mas nunca vi meu anjo fraquejar. Já a vi chorar sim, muitas vezes, mas não via fraqueza em seu choro. Via medo em seus olhinhos algumas vezes, e isto é humano! Mas via confiança e determinação. Ela entregava o bracinho à enfermeira, e com uma lágrima nos olhos dizia: faça tia, é preciso para eu ficar boa.
Um dia, cheguei ao hospital de manhã cedinho e encontrei meu anjo sozinho no quarto. Perguntei pela mãe. E comecei a ouvir uma resposta que ainda hoje não consigo contar sem vivenciar profunda emoção.
Meu anjo respondeu:
- Tio, disse-me ela, às vezes minha mãe sai do quarto para chorar escondido nos corredores. Quando eu morrer, acho que ela vai ficar com muita saudade de mim. Mas eu não tenho medo de morrer, tio. Eu não nasci para esta vida!
Pensando no que a morte representava para crianças, que assistem seus heróis morrerem e ressuscitarem nos seriados e filmes, indaguei:
- E o que morte representa para você, minha querida?
- Olha tio, quando a gente é pequena, às vezes, vamos dormir na cama do nosso pai e no outro dia acordamos no nosso quarto, em nossa própria cama não é?
(Lembrei minhas filhas, na época crianças de 6 e 2 anos, costumavam dormir no meu quarto e após dormirem eu procedia exatamente assim.)
- É isso mesmo, e então?
- Vou explicar o que acontece, continuou ela: Quando nós dormimos, nosso pai vem e nos leva nos braços para o nosso quarto, para nossa cama, não é?
- É isso mesmo querida, você é muito esperta!
- Olha tio, eu não nasci para esta vida! Um dia eu vou dormir e o meu Pai vem me buscar. Vou acordar na casa Dele, na minha vida verdadeira!
Fiquei “entupigaitado”. Boquiaberto, não sabia o que dizer. Chocado com o pensamento deste anjinho, com a maturidade que o sofrimento acelerou, com a visão e grande espiritualidade desta criança, fiquei parado, sem ação.
- E minha mãe vai ficar com muitas saudades minha, emendou ela.
Emocionado, travado na garganta, contendo uma lágrima e um soluço, perguntei ao meu anjo: – E o que saudade significa para você, minha querida?
- Não sabe não, tio? Saudade é o amor que fica!
Hoje, aos 53 anos de idade, desafio qualquer um dar uma definição melhor, mais direta e mais simples para a palavra saudade: é o amor que fica!
Um anjo passou por mim…
Foi enviado para me dizer que existe muito mais entre o céu e a terra, do que nos permitimos enxergar. Que geralmente, absolutilizamos tudo que é relativo (carros novos, casas, roupas de grife, jóias) enquanto relativizamos a única coisa absoluta que temos, nossa transcendência.
Meu anjinho já se foi, há longos anos. Mas me deixou uma grande lição, vindo de alguém que jamais pensei, por ser criança e portadora de grave doença, e a quem nunca mais esqueci. Deixou uma lição que ajudou a melhorar a minha vida, a tentar ser mais humano e carinhoso com meus doentes, a repensar meus valores.
Hoje, quando a noite chega e o céu está limpo, vejo uma linda estrela a quem chamo “meu anjo, que brilha e resplandece no céu. Imagino ser ela, fulgurante em sua nova e eterna casa.
Obrigado anjinho, pela vida bonita que teve, pelas lições que ensinastes, pela ajuda que me destes.
Que bom que existe saudades! O amor que ficou é eterno”.
“Por onde quer que eu vá vou te levar para sempre”.

25
Fev
09

CB019074

Mesmo não querendo perder a fé no ser humano, pois acredito que ele seja o único responsável e capaz de promover a transformação, uma pergunta fica martelando em minha cabeça. E esta preocupação misturada a uma indagação que divido agora com vocês.
Coincidência ou não, esta questão sempre vem sucedida de uma atitude descabida dentro das relações humanas. É difícil admitir, mas o homem é a cada dia responsável por suas atitudes.
Dias desses assisti uma discussão corriqueira, boba mesma, sem precedentes, mas muito mais importante do que se queria emitir no momento, em meio a interlocuções inflamadas e cheias de achismos, o que chamou a atenção a todos os ouvintes presentes à discussão foi o tom de arrogância, cheio de ofensas, empáfia mesmo do interlocutor. Diria que a atitude foi desnecessária. Mas o que moveu esta pessoa a apontar o dedo na direção de todos e gritar palavras cheias de empáfias? A confiança de que o cargo, a posição social a tudo releva. Tudo aceita. Quando deveria ser o contrário, afinal, os bons exemplos devem vir de cima. E de respeito todos gostam.
Desde este dia, me peguei pensando que cada dia mais somos responsáveis também por aquilo que recebemos. E isso independe de raça, credo e posição social. Pois tudo isso passa. Nada disso, cargo, posição social, time e agremiação preferidos, religião, opção sexual, gosto por comida, devem ser conceitos maiores que a paz que podemos construir através das boas relações. Nada disso vale a nossa paz. “Ninguém é tão ignorante que não tenha algo a ensinar”.
Não queira ter razão e gritar isso a plenos pulmões sem esperar uma reação. É preciso exercitar o respeito pelo próximo. “Se não gosta do som que está ouvindo preste atenção no som que está emitindo”. Você irá se surpreender quando começar a mudar de atitude. Mesmo que convicto de suas razões escute mais. Se proponha a ouvir o outro, pois muitas vezes, ele pode saber se expressar tão bem como você, pode até não saber expor suas ideias, mas você pode se surpreender também dentro da simplicidade.
A intolerância é sempre má conselheira, pois muitas vezes, ela nos leva a ações extremistas, que muitas vezes, nos levam a um caminho sem volta. Com proporção sem igual. É preciso repensar nossas atitudes, rever alguns atos de intolerância, que em algumas situações nada mais é do que o reflexo de nossa teimosia. Teimosia esta construída a partir de um personagem que criamos para agradar e suportar a convivência com o outro. São personagens construídos para angariar amizades, votos, votos de confiança e qualquer outro tipo de benefício. E tal atitude pode ser ilícita. Então cuidado com o som que está emitindo. Ele pode revelar o que realmente você esteja necessitando para o momento. É como dizem por ai, diz o que quer , escuta o que não quer.
O que está sendo construído para ser uma arma do bem pode se transformar em uma arma mortífera e trazer grandes aborrecimentos. Lembre-se: Nunca é tarde pra recomeçar… e você pode sim, admitir que está errado e se permitir a mudar de opinião. Admitir sim, que o seu posicionamento está errado. Busque a paz e exercite a sua paciência e tolerância. Os resultados podem ser surpreendentes. E a dor de cabeça… Ah, a dor de cabeça, esta se transformará em paz de espírito. Estado que nenhum dinheiro e nenhum bem material são capazes de comprar nunca.
“A vida é como jogar uma bola na parede:
Se for jogada uma bola azul, ela voltará azul;
Se for jogada uma bola verde, ela voltará verde;
Se a bola for jogada fraca, ela voltará fraca;
Se a bola for jogada com força, ela voltará com força.
Por isso, nunca “jogue uma bola na vida” de forma que você não esteja pronto a recebê-la.
A vida não dá nem empresta; não se comove nem se apieda.
Tudo quanto ela faz é retribuir e transferir aquilo que nós lhe oferecemos”.

12
Jan
09

Trema ou não Trema. O que fazer agora?

caderno

O Brasil já vivencia a mudança ortográfica que, além do trema, acaba com os acentos de vôo, lêem, heróico e muitos outros. Que meda! A nova ortografia também altera as regras do hífen e incorpora ao alfabeto as letras k, w e y (veja quadro). As alterações foram discutidas entre os oito países que usam a língua portuguesa – uma população estimada hoje em 230 milhões – e têm como objetivo aproximar essas culturas.
Lógico que para nós profissionais da comunicação à adequação a nova regra torna-se obrigação, mas o que me assusta mesmo é o fato de que esta mudança ortográfica já ter sido alterada pela inclusão da comunicação instantânea como chat, blog, msn, orkut e outras ferramentas da internet.
Teclar no MSN com um adolescente, por exemplo, é descobrir uma nova linguagem. A linguagem da internet é marcada pela agilidade e facilidade de escrita, e, por isso, é composta quase que inteiramente por abreviações – ou podemos até dizer por códigos. Aliás, se uma pessoa que não está acostumada a conversar em chats online, se deparar com a frase abaixo, dificilmente conseguirá entender muita coisa:
Pq vc naum xego na hr q eu t flei?
Traduzindo, seria: “Por que você não chegou na hora em que eu te falei?”. O quê? Esse é o chamado “internetês”, a linguagem típica usada para se comunicar na Internet.
E o que preocupa é que estes estudantes vem incorporando esta nova linguagem ao seu vocabulário, a sua escrita, o que muitas vezes, nos deixa perplexos com tanta barbaridade. A galera desaprendeu a falar e a escrever. Um outro termo que me causa espanto é quando, por exemplo, você indaga a uma pessoa: Você se diverte no cinema? E ela responde: “Eu se divirto”. São tantas variações que causam medo. Para o mundo que eu quero descer! O pronome também sofreu alteração e ninguém nos avisou.
Uma boa saída para quem tem duvidas é pesquisar, estudar e rever algumas regrinhas. Aos internautas de plantão, uma sugestão: Tudo bem que precisamos de agilidade na internet, mas incorporar estes vícios de linguagem a escrita e a fala já é massacrar os nossos ouvidos.
Convém não assassinar a gramática.

12
Jan
09

Tempo.tempo.tempo

relogio
Olá, amigos blogueiros!
Já estamos em 2009. Agora não tem mais jeito.
Nunca esqueço que em meados de 1980 a idéia (ainda com o acento), a mais remota das idéias de se chegar ao ano 2000, me causava pânico. Logo eu imaginava que a terra seria invadida por um novo tempo, que teríamos naves espaciais cruzando os céus de nosso planeta, falávamos em final do mundo. E isso me amedrontava. O que os noticiários, as novelas, as imagens não produzem na cabeça de uma pessoa? Eu assistia estarrecida a TV e as estas inúmeras possibilidades.
E lá se passaram 29 anos… E com ele a impressão de que o tempo está voando. Ainda ontem esperávamos ansiosos pelo Bug do Milênio*. Lembro de amigos imaginando uma virada histórica. Uns sonhavam em passar na Grécia, outros queriam ir para uma capital paradisíaca do litoral brasileiro. Foi uma época de planejamentos. Muitas histórias. Muitas incertezas. E até alguns exageros e terrorismos. Hoje o nosso bug do milênio foi substituído pela globalização e com ela vieram a camada de ozônio, aquecimento global, e outras tantas incertezas de como será a vida da nova geração.
Detalhes e receios a parte, o que interessa mesmo é falar um pouco sobre o tempo. Ainda ontem estávamos em contagem regressiva para a chegada de 2009 e hoje, pasme, já é dia 12 de janeiro. O tempo corre. Li por ai que o dia agora possui 14 horas e não mais 24. Esta é a sensação diante de tanta correria e mil atividades para se realizar. Para lidar com tudo isso, necessário se faz que se planeje bem o seu dia.
Já que optamos pela corrida pelo tempo que tal acrescentarmos alguns elementos para dar qualidade a este tempo. Isso mesmo, estamos falando de qualidade. Por que não colocarmos qualidade em nossa vida? Já que tudo passa tão rápido diante de nossos olhos porque não aproveitar. Colocar qualidade é saber definir prioridades. Vamos a um exemplo: Ao invés de fazer todas as tarefas ao mesmo tempo. Porque não recorrer a um mailing list com as principais tarefas e assim que formos realizando, irmos ticando o que já foi concluído. Claro que esta tarefa só funciona se aliarmos disciplina a boa vontade. Muitas vezes nos vemos desviando algum projeto ou atividade por amenidades. Fiquemos atentos. Para quem está curioso para saber se dá certo para mim. Segue uma mea culpa. Eu estou tentando me adequar (sem o trema). Confesso que nestes dias ainda me desviei. Mas a boa notícia é que meus compromissos de hoje já foram listados e já consegui realizar algumas tarefas.
Uma das minhas prioridades e me tornar mais assídua a este blog. Hoje já comecei.
Um grande abraço

Bug do Milênio* foi o termo usado para se referir ao problema previsto ocorrer em todos os sistemas informatizados na passagem do ano de 1999 para 2000. Bug é um jargão internacional usado por profissionais e conhecedores de programação, que significa um erro de lógica na concepção de um determinado software.

30
Dez
08

Nova perspectiva … uma essência

Como resolução de ano novo, me aventuro a não só buscar novas perspectivas e desafios profissionais, mais pessoais também. E o blog é a minha mais nova aventura, se posso dizer assim. Neste nosso cantinho, porque espero compartilhar com todos vocês, quero deixar registrado meus momentos, impressões, opiniões, idéias e porque não dizer minha essência.
E como não podia deixar de ser, a um dia do novo ano, que tenho certeza, será o ano de transformação e renovação para muitos, deixo aqui uma pequena reflexão do que espero para este grande novo ano. Muito se fala da crise que se aproxima e que em algumas áreas já é realidade. Geralmente vivenciamos a crise como algo ruim; anormal e que não deve ser.
Ao falarmos de crise relacionamos ao desemprego, fome, desespero.
O objetivo desta reflexão é mostrar que a crise é necessária todo processo de vida. O Aurélio a descreve como “ponto de transição entre uma época de prosperidade e outra de depressão, ou vice-versa”.
A crise permite que a vida continue e se possa desenvolver.
Ela não é, portanto, um sintoma de doença, mas de saúde.
O ideograma chinês que representa crise é o mesmo que representa oportunidade. Em toda crise, problema existe igualmente oportunidade. Depende de quem lê a realidade. “Se você ler a realidade com os olhos da crise somente a verá. Se for com os olhos da oportunidade aí você a encontrará”. Assim como tudo em nossa vida. Então, arregacem as mangas e transformem o seu amanhã e comecem a construí-lo desde hoje. Sem dúvida nenhuma, hoje foi melhor que ontem e amanhã será melhor que hoje. E assim serão os nossos melhores dias, pois eles serão um acúmulo de felicidade.
Descubra coisas novas. Sorria, lute, vença, perca, chore, erre, ame, sofra… e se tiver que cair, que caia… e depois de cair: Levante-se …para recomeçar um novo dia! Um novo ano, mais cheio de alegria, bom ânimo, paz, votos de renovação e luz.
Que 2009 seja o ano de grandes conquistas e ótimas perspectivas. Vamos celebrar a amizade, ao amor, a alegria e toda a felicidade que cabe em nossos corações.
Sejam bem-vindos!

Em tempo: Um grande abraço e meu agradecimento aos meus novos amigos, aos meus “velhos” e importantes amigos, aos meus familiares e uma homenagem especial as minhas amigas que não se encontram mais neste “plano”, mas estarão eternas em meu coração pela importante lição que me deixaram neste nosso encontro.

Feliz 2009!




 

Novembro 2009
S T Q Q S S D
« Jul    
 1
2345678
9101112131415
16171819202122
23242526272829
30  

Blog Stats

  • 1,885 hits

Páginas